Protocolo de acolhimento a vítimas de violência será apresentado na Reitoria

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Formação já foi realizada em todas as unidades. Na Reitoria, será na terça (16), às 14 horas.

O Comitê Institucional de Promoção da Cultura da Paz do Ifes encerra, na terça-feira (16), as visitas aos campi para apresentar o protocolo de acolhimento a vítimas de assédio e discriminação, regulamentado pela Resolução CONSUP 334/2025. A última apresentação será realizada para servidores, estagiários e terceirizados da Reitoria, às 14 horas, no auditório.

A normativa regulamenta os procedimentos para acolhimento de vítimas de assédios e de discriminação em todo o Ifes, abrangendo servidores, estudantes, estagiários, trabalhadores terceirizados e fornecedores. O protocolo define claramente conceitos de assédio moral e sexual, orientando os procedimentos adequados para garantir a segurança tanto da vítima quanto de quem realiza o atendimento.

“A formação promovida pelo Comitê visa formar a comunidade acadêmica para reconhecer, escutar e encaminhar adequadamente situações de violência. Também temos como objetivo a construção de ambientes mais seguros, acolhedores e comprometidos com os direitos humanos”, explica a pró-reitora de Ensino do Ifes, Sanandreia Torezani Perinni, que é presidente do Comitê. A ação teve início no dia 5 de maio e passou por todas as unidades do Ifes.

Nesse primeiro momento, o foco é a apresentação do plano de prevenção e enfrentamento e do protocolo de acolhimento às vítimas de assédio, discriminação e outras violências, feita pelo ouvidor do Ifes, Alessandro Gonçalves de Assis. Ela destaca que estão previstos outros momentos formativos, com os comitês locais de promoção da cultura da paz, que estão sendo instituídos.

Sobre o protocolo
A Resolução CONSUP/IFES nº 334, de 22 de agosto de 2025 visa estabelecer um protocolo claro e humanizado para lidar com diversas formas de violência, garantindo apoio e proteção às vítimas e reforçando o compromisso da instituição em combater o assédio e a discriminação.

O documento define diversos tipos de assédio e discriminação e detalha como a comunidade acadêmica, que inclui servidores, estudantes, estagiários, terceirizados e fornecedores, pode buscar apoio e registrar denúncias. Qualquer servidor em quem a vítima confie e com quem se sinta à vontade para conversar deve escutar o relato, orientar a formalização da denúncia e sugerir que a vítima procure os setores mencionados, se julgar necessário.

Saiba mais sobre o protocolo.