Cerca de 200 pessoas, entre estudantes e professores de diversas escolas, se encontraram no Campus Aracruz para a segunda edição da Simulação Geopolítica do Ifes (SiGI), realizada nos dias 22 e 23 de agosto. O evento consiste em uma simulação da atuação dos órgãos e fóruns das Organização das Nações Unidas (ONU) e leva os alunos a discutir problemas de relevância mundial.
Os participantes são divididos em comitês, que são salas de debate com assunto pré-definido, simulando o ambiente diplomático internacional. Cada um é denominado “delegado” e representa, individualmente ou em duplas, um país. Dessa forma, o delegado é um diplomata e tem como objetivo defender a posição e a política externa de seu país no que tange o assunto debatido.
Neste ano, a SiGI contou com os seguintes comitês: AGNU 2030 – A Crise de Superpopulação Mundial; CDH 2015 – Limites Religiosos nas Políticas Europeias e Estadunidenses e Interferência na Cultura dos Países Árabes do Norte da África; CSNU 1992 – Guerra Civil da Somália; OPEC 1978 – Crise do Petróleo (Comitê em Inglês).
Participaram do evento oito escolas, além do Ifes Campus Aracruz: Campus Piúma, Campus Vitória, Campus Colatina, EEEFM Monsenhor Guilherme Schmitz, EEEFM Prof.ª Hilda Miranda Nascimento, EEEFM Nair Miranda, Centro Educacional Mundo Moderno e Colégio Santa Catarina.
Aos participantes que se destacaram nos comitês, foram entregues menções honrosas, num total de 15 contemplados. O aluno Jackson Pereira Correia Junior, do 4º ano do curso Técnico em Mecânica e membro da comissão organizadora da SiGI, afirmou que desde 2011 participa da simulação geopolítica MINIONU, organizada pela PUC-MG. “Fico muito feliz de ter contribuído com nosso próprio modelo de simulações. É um projeto que o Ifes Campus Aracruz está consolidando e nos traz muito retorno, por isso espero que continue a crescer e faça parte da educação de muitos alunos ainda.”
A SiGI é um projeto coordenado pelo professor de Geografia Helder Januário da Silva Gomes, e contou com o apoio da servidora Layza Spinassé. De acordo com o professor, o projeto tem como objetivo ampliar as possibilidades de ensino das diversas disciplinas curriculares do ensino médio, auxiliando na compreensão de questões da geopolítica mundial e desenvolvendo o senso crítico dos participantes.
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